Treinamento Veterinarios de Rua

Treinamento Veterinarios de Rua – A Associação Médicos do Mundo, em que o Projeto Médicos Veterinários de Rua está inserido, passou por reformulações e para apresentarmos quem somos e as mudanças, que incluem novas ações a campo, o termo de voluntariado, o cronograma de atividades no primeiro semestre de 2020, além de capacitarmos os voluntários de medicina veterinária para as futuras ações, foi planejado um treinamento inicial.

A participação no treinamento inicial e o termo de voluntariado são pré-requisitos para a atuação dos voluntários nas ações. Por isso, temos o prazer em convidar a todos que têm interesse em atuar no Projeto Médicos Veterinários de Rua de São Paulo para comparecerem no:

Dia: 29/01/2020, quarta-feira.
Horário: das 18h30 às 21h.
Local: Universidade Anhembi Morumbi – Campus Centro. Rua Dr. Almeida Lima, 1134 – Parque da Mooca, São Paulo – SP, 03164-000.
Sala: será informada via e-mail um dia antes com a confirmação da inscrição.
Inscrição: https://tinyurl.com/3treinamentomedvetderuasp

Pedimos para que todos levem documento com foto para a entrada no local do evento.

OBS 1: aqueles que já realizaram o treinamento, assinaram o termo, participaram e receberam certificados de alguma ação no segundo semestre de 2019 não precisa ir nesse dia.

OBS 2: as vagas para o treinamento são limitadas. Portanto, apenas se inscreva caso tenha certeza de que irá comparecer no evento, ou caso haja algum imprevisto que não possa comparecer no dia, avise a organização através de e-mail.

OBS 3: ainda não há outras datas de treinamento previstas. Quando houver, serão divulgadas.

Estamos à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas via e-mail: medvetderua@gmail.com.

Até lá!
Equipe Médicos Veterinários de Rua

Resgate aereo de egua machucada

Grupo de heróis urbanos trabalha unido para salvar a vida de uma égua arrastada por enchente!

Na tarde de hoje conversei com o Tenente Médico Veterinário PM do Regimento de cavalaria “9 de Julho”, Dr Daniel G0lcman sobre o recente resgate de uma égua levada por uma enchente em Francisco Mourato.

Conta o Tenente Daniel que o corpo de bombeiros foi acionado pelo proprietário do animal que estava em uma baia em sua pequena propriedade quando a chuva que caia fez transbordar o rio e inundar o local onde a égua descansava. A égua é um animal de idade mais avançada mas que há pouco tempo deu cria e, somado à idade se encontrava debilitada.

Com a força da correnteza o animal foi arrastado e caiu numa depressão de terra e arrastou o animal um bom pedaço.

Quando os bombeiros chegaram e viram o estado do animal resolveram acionar o Comando de Aviação da Polícia Militar (Águia) para remoção do animal que se encontrava muito ferido para ficar de pé.

Por se tratar de um equino o comando resolver acionar a unidade de cavalaria que enviou o Tenente Veterinário Daniel Golcman, que seguiu imediatamente para o local.

Uma vez com o animal o Tenente Golcman viu que seria realmente necessário transportar a égua para um local mais seguro e para tal seria preciso anestesia-la para que a remoção fosse possível.

Por se tratar de um animal debilitado o Ten. Golcman aplicou uma sedação leve mais adequanda para que o animal ficasse imóvel durante o transporte que foi feito por içamento aéreo pelo Águia.

Uma vez em local seguro o proprietário foi instruído dos cuidados veterinários que deveriam ser tomados com o animal.

Até o momento, fomos informados que o animal passa bem, sem grandes complicações causadas pelo incidente.

Gostaríamos de agradecer e imensamente as equipes de socorro e resgate do Comando de Aviação e Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo e também ao Dr. Daniel Golcman, que tão prontamente atenderam a esse animal num momento de perigo e grande estresse.

Fotos 1º Tenente Veterinario Daniel Golcman

Médicos de Rua: minha primeira experiência

Médicos de Rua: minha primeira experiência

Médicos de Rua: minha primeira experiência

Há seis meses tomei conhecimento de um projeto social de Curitiba chamado Médicos de Rua. Não dei muita atenção devido à correria das semanas de prova. Passado algum tempo recebi o convite novamente através de colega em um grupo do whatsapp, despertando a vontade e curiosidade de conhecer como funciona o projeto, e então me inscrevi antes que perdesse o “timing” novamente. Comprei meu kit, colete e crachá e comecei a me preparar para a minha primeira ação.

No sábado, dia 19 de outubro, dia que antecedeu a ação,  participei de uma oficina para entender mais sobre o projeto, qual seria a minha função e como tudo iria acontecer no dia seguinte. Para minha surpresa, compreendi que o projeto vai muito além de apenas médicos de rua. São muitas áreas de assistências envolvidas como psicologia, direito, veterinária, enfermagem entre outros.

No domingo comecei a minha participação no projeto cedo para ajudar na montagem da estrutura. Fiquei tranquila, pois os participantes novatos são acompanhados por veteranos do projeto, o que torna mais fácil de entender como toda a organização é feita.

O paciente que chega ao local segue um fluxo de atividades para que saia com o melhor acompanhamento possível. O fluxo começa com uma avaliação dos psicólogos, logo depois o paciente é encaminhado para a equipe de enfermagem que irá fazer a coleta de dados vitais e uma breve entrevista. Na sequência o paciente passa pelos nutricionistas até chegar a nós, acadêmicos de medicina, que somos responsáveis pela anamnese.

Meu primeiro paciente chegou apenas interessado na sua necessidade momentânea em adquirir documentação e roupas doadas. Ele tinha acabado de conseguir um emprego e não tinha o que vestir para ir trabalhar. Independente do desejo principal dele, iniciei a anamnese e aos poucos fui conquistando abertura e confiança para que ele contasse informações mais pessoais e acontecimentos passados.

Concluída a anamnese encaminhei-o para a médica responsável com as informações necessárias. Ela fez os exames necessários e o encaminhou para fazer alguns testes relacionado a doenças sexualmente transmissíveis com a equipe de biomédicos. Durante todo os momentos estive acompanhando o paciente.

Em seguida por recomendação médica, o paciente também passou por outros atendimentos no mesmo local: foi encaminhado para os fisioterapeutas, onde foi ensinado sobre alguns exercícios; para os farmacêuticos para pegar alguns remédios prescritos; para os dentistas com o objetivo de receber os devidos tratamentos dentários; e, por último, para a equipe jurídica para finalmente dar início ao processo para conseguir sua documentação.

Em meio a esse circuito, que levou em torno de 20 minutos, ainda conseguimos os resultados dos exames e o encaminhamento e as orientações necessárias da médica para o tratamento em uma UBS.

Diante essa primeira experiência no Médicos de Rua consegui enxergar que nesse contexto social, em que vivem as pessoas em situação de rua, podemos oferecer muito mais que recursos provenientes de ações de caridade, como a atenção e empatia pelo próximo que são fundamentais para que possamos criar um vínculo médico-paciente.

Estou ansiosa pelas próximas ações para vivenciar e aprender com novas experiências. Também aguardo o retorno desse meu primeiro paciente.

“ Nós precisamos de mais pessoas dedicadas e com amor, porque amor é o que move e o exemplo é o que arrasta as pessoas”. – Dr. Mário Guimarães, fundador

Por Regiane Matias

Fonte: Academia Medica

Grupo de ONGs faz ação de Natal para pessoas em situação de rua

DIA DE DOAR Campanha Médicos do Mundo

Teve inicio no dia 3 de dezembro a campanha comunitaria DOA BRASIL  inspirada no movimento DIA DE DOAR.

O Dia de Doar é um grande movimento para promover a doação no Brasil. É uma mobilização que promove um país mais generoso e solidário, por meio da conexão de pessoas com causas. E faz isso celebrando o prazer que é doar, e o hábito de doar o tempo todo.

Fomos selecionados entre 300 entidades para fazer parte dessa campanha e precisamos que todos se unam para fazer dessa uma camapnah de sucesso para nossa ONG!

O link para doar para a Associação Médicos do Mundo é :

https://doabrasil.net/associacao-medicos-do-mundo

Ajudem essa ação espalhando nosso link e divulgando a nossa campanha, doar é simples, facil e rapido e vai ajudar muita gente!

DOE VOCE TAMBEM!

Médico de São Paulo vai além do consultório e trata de moradores de rua

Em 21 de março de 2019 a Record Tv realizou uma matéria com o Oficial da PM e Neurologista Mário Vicente Campos Guimarães, que faz a diferença no mundo.

Com o apoio de alunos e alguns colegas, Mário criou a ONG ”Médicos de Rua”, onde constantemente sai as ruas e atende a população carente.

Vale a pena assistir aqui
Oficial da PM fazendo a diferença! Parabéns!

MÉDICOS VÃO ÀS RUAS ATENDER MORADORES

26 de dezembro de 2018

VOLUNTÁRIOS do 25 de dezembro de 2018 aconteceu  também humanizar alunos de medicina

Recife recebeu, no domingo dia 25 de dezembro de 2018, a primeira ação da organização não governamental Médicos de Rua. O projeto levou atendimento médico às pessoas em situação de rua e será realizado na Praça Dezessete, na Rua do Imperador, bairro de Santo Antônio, Centro da cidade. A iniciativa também busca humanizar estudantes de medicina, inserindo-os numa realidade muitas vezes distante da que vivenciam. A expectativa do grupo é de atender cerca de 200 pessoas, das 10h às 14h.

“É importante levar esse suporte de saúde para quem não tem acesso. Já somos cerca de 80 voluntários, entre médicos, estudantes de medicina e apoio multidisciplinar de enfermagem, psicologia, odontologia e nutrição”, conta a infectologista pediátrica, Alexsandra Costa, que coordena a ação no Recife.

A médica, que já realizava ações solidárias em parceria com paróquias da cidade, conheceu o trabalho dos Médicos de Rua em fevereiro, quando uma aluna apresentou um vídeo do projeto. “Entrei em contato com o doutor Mário Vicente, que coordena a ação em São Paulo, para entender a proposta e conseguimos mobilizar participantes aqui também”, disse.

A ação beneficiou de crianças a idosos. Será prestado atendimento básico e os casos mais graves serão encaminhados aos hospitais de referência Geral de Areias, Oswaldo Cruz e das Clínicas. “Faremos as intervenções possíveis, como orientações, medicação, curativos”, explica a médica.

A aluna do 9º período do curso de medicina, Thaísa Siqueira, é uma das participantes. “Comemoramos cada nova adesão ao projeto, nossa expectativa é a melhor possível. É a primeira vez que atuo com uma população de extrema carência, para a qual todo trabalho, por menor que possa parecer, é importante”, avaliou.
O grupo está arrecadando creme dental, escova de dentes e squeezes (garrafinhas pra água como as de academia).

O projeto Médicos de Rua teve início com o médico Jim Withers, em 1992, em Pittsburgh, nos Estados Unidos. Durante temporada nos EUA, o médico Mário Vicente Campos Guimarães conheceu a ação e trouxe para o Brasil. Há dois anos, o médico, seus alunos e demais voluntários da equipe multidisciplinar realizam atendimentos nas ruas de São Paulo. Este ano, as ações ocorrem simultaneamente, no Recife e na capital paulista.

As doações podem ser entregues no ambulatório do Hospital Geral de Areias, na Avenida Recife, 810, Estância, Zona Oeste do Recife. O material também pode ser levado no dia da ação, na Praça Dezessete.

FONTE: Cremep /JORNAL DO COMMERCIO

Ação social leva atendimento a moradores de rua

Projeto inédito no Recife contou com apoio de alunos de Medicina da UNINASSAU

Assessoria de Imprensa

Por: Aline Pinho 26/03/2018 – 16:10

Estudantes de Medicina da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife e de outras universidades se uniram, no último domingo (25), para a primeira mobilização do “Médicos de Rua” no Recife. O projeto realizado na Praça 17 da Rua do Imperador, bairro Santo Antônio, também contou com a solidariedade de médicos especialistas em cardiologia, pediatria, geriatria, dermatologista, endocrinologista, além de psicólogos, dentistas e enfermeiros.
Os envolvidos na ação fizeram triagem, examinaram crianças, homens, mulheres e idosos em situação de rua, deram orientação sobre medidas paliativas, aplicaram flúor e ainda realizaram curativos. Após o atendimento, entregaram um kit de higiene, garrafa com água e medicamentos que receberam de doações. Os voluntários tiveram o apoio da Igreja do Divino Espírito Santo que até cedeu caixa de som para um grupo de estudantes entoarem músicas no violão.
A professora e organizadora da ação, Alexsandra Costa, explica que o projeto já acontece em São Paulo, desde 2016, por meio da articulação do neurologista e professor universitário Mário Vicente Magalhães. A pediatra ressalta ainda que a ideia da iniciativa é dar assistência às pessoas que não tem acesso à saúde de forma justa. “Nossa missão é oferecer atendimento médico à população carente, pois são muitos que vivem em situação de risco. O projeto sensibiliza e é uma forma de humanizar cada vez mais o estudante de medicina que precisa estar inserido na realidade do seu paciente e perceber como a questão social influencia na dinâmica saúde/doença”, destaca.
Para Ricardo Baracho, do 6º período de Medicina, o projeto permite um olhar diferenciado para os pacientes. “Ações como essa engrandecem muito o estudante, o médico e tornam a medicina mais humanizada. Já participei de outras iniciativas por meio de projetos de extensão, como o “UNINASSAU na Comunidade”, e é algo que a gente aprende muito”, afirma.
A professora Alexsandra pretende manter uma periodicidade mensal do projeto em outras comunidades.
Além da consulta, moradores também receberam medicamentos – Ação social leva atendimento a moradores de rua

FONTE: Uninassau

FONTE: Jornal da Record

Médico vai além do hospital e atende população de rua em SP

“Com uma formação que inclui aperfeiçoamento no exterior, o médico escolheu ir para o asfalto para cuidar da saúde de quem mais precisa”

O médico neurologista Mario Guimarães trabalha em dois hospitais e dá aula para cinco turmas de futuros médicos. A dupla jornada de trabalho, no entanto, não o impediu de atender moradores em situação de rua na região central de São Paulo.

Ao contrário da maioria dos colegas de profissão, o hospital e a sala de aula não são os seus únicos lugares de atuação. Com uma formação que inclui aperfeiçoamento no exterior, o médico escolheu ir para o asfalto para cuidar da saúde de quem mais precisa.

Foi do desejo de cuidar de pessoas desassistidas pela saúde pública que Mario teve a ideia de criar a ONG Médicos de Rua, com o apoio de alguns alunos e de outros dez médicos. “Quero levar essa medicina de alta qualidade para regiões necessitadas”, disse o médico ao Jornal da Record.

“Estão exigindo que você só participe de círculos elitizados. Eu vou me associar a grandes universidades, grandes hospitais, porém vou continuar atendendo a população carente.”

Em um único dia, a ONG chega a atender cerca de 1.000 pacientes. Os atendimentos levam, em média, 3 horas, e tudo é feito na calçada, de maneira quase improvisada, mas com a atenção e o cuidado que a população de rua necessita.

Para muitas dessas pessoas, é a primeira vez que elas conseguem tratar de uma dor, um machucado ou uma doença antiga. Quando o caso do paciente é muito sério, o neurologista Mario vai à farmácia mais próxima comprar o medicamento necessário com dinheiro do próprio bolso.

Muitos pacientes também são orientados a procurar um hospital durante a semana para serem avaliados novamente. “É engraçado que eles falam assim: ‘Eu vou com a minha melhor roupa’”, diz Mario.

Mas, nenhum remédio é mais importante do que escutar a história de vida dessas pessoas. “Esse é o remédio! Para muita gente, esse é o remédio. É você conversar com a pessoa sem pedir nada em troca”, explica a estudante de medicina Gabriela Galli.

Quando chega em casa, depois de um longo dia de trabalho, Mario é recebido pela filha, a pequena Manu, de 4 anos, e que conhece desde muito nova o trabalho voluntário do pai nas ruas. “Eu mostro para ela essa realidade”, conta Mario.

“Não fique só no condomínio, no seu mundinho fechado. Vem pra vá, pra ver realidade das ruas e que a gente possa moldar esse mundo do jeito que a gente quer. Ou seja, mais justo, mais honesto.”

Fonte: Jornal da Record

Toda relação humana é uma troca. Aquele que realiza a ação é tão beneficiado quanto aquele que sofre a ação.

De branco. Para trabalhar e fazer o bem a quem precisa!
Médico itajubense lidera ONG que aproxima estudantes de Medicina a pessoas em situação de rua.

A roupa branca que usamos no réveillon é um costume para pedir paz no ano novo.  Na capa da Its’s de janeiro, escolhemos um itajubense que veste branco para trabalhar, mas sua missão como médico vai muito além da rotina e compromissos de trabalho.

Mário Vicente Campos Guimarães formou-se em medicina e especializou-se em neurologia nos Estados Unidos. Desde que voltou da especialização, o médico tem um propósito de vida: levar medicina de qualidade para cidades carentes do Brasil, um trabalho que começa pelas pessoas em situação de rua da cidade de São Paulo.

Até os 14 anos, o itajubense pensava em ser físico ou astrofísico, inspiração que surgiu das revistas de fomento científico que sua mãe assinava. “Soube através de minha mãe que, para ser neurologista ou neurocirurgião, deveria ser médico. Busquei a medicina apenas como um caminho para alcançar a neurologia, porém durante a faculdade me apaixonei pela medicina como um todo”, conta o médico.

Há 12 anos, Mário mora em São Paulo, cidade onde tem a oportunidade de colocar um de seus propósitos de vida em prática, a ONG Médicos de Rua: “Durante o percurso até a universidade, onde sou professor, percebia diversas pessoas em situação de rua, principalmente ao lado da universidade. Percebi que tanto os alunos quanto os moradores de rua, poderiam ser beneficiados por ações sociais e de saúde”.

A ONG atende pessoas que vivem nas ruas de São Paulo através de um atendimento humanizado que é realizado pelo Dr. Mário e seus alunos, um projeto que ajuda tanto os alunos como os beneficiados da ONG: “Percebo que meus alunos se tornam mais humanos, acolhedores, confiantes e conectados à realidade após tais ações. Além disso, percebo um refinamento técnico e científico dos mesmos”, afirma.

Alguns itajubenses já procuraram o Dr. Mário para tentar colocar o projeto em prática em Itajubá: “Tenho recebido convites e propostas de todo o Brasil e de vários países em todo mundo. Itajubá não ficará de fora. Ilustres itajubenses já fizeram contato e acredito que, durante o ano de 2018, será possível implantar o projeto aqui em nossa cidade”.

Mário é do tipo que “faz acontecer”: “Não devemos esperar que o governo, estado ou qualquer outra instituição realizem algo para a sociedade ou comunidade. Temos que sair de nossa zona de conforto, tomar as rédeas da sociedade e, com iniciativa, inovar, criar, ajudar, enfim, fazer a diferença em nosso meio”.

Antes de finalizar a entrevista, pedimos que o itajubense deixasse um recado àqueles que também gostariam de fazer a diferença em 2018. Ele, gentilmente, nos presenteou com uma bela mensagem: “Cultive grandes sonhos e nobres objetivos. Persista, tenha atitude e não espere o retorno, pois ele virá de qualquer forma. Devemos acreditar mais em nossos sonhos e nos arriscarmos um pouco mais”, finaliza.

FONTE: Itajubá.com.br